Funciona com on-premises ou só com nuvem pública?
As duas coisas, no mesmo desenho. As regras miram o tipo funcional do componente — banco, armazenamento, balanceador, firewall — então um Azure SQL, um Cloud SQL e um Oracle numa sala respondem às mesmas perguntas. Antes as regras nomeavam serviços da AWS, e por isso uma arquitetura on-premises tirava nota alta sem ter sido julgada.
O que acontece quando o desenho não diz algo?
Fica como “sem evidência”, que não é aprovação. A nota separa o que passou do que ninguém verificou, e cada lacuna diz qual campo a responde — agrupadas pela pergunta, não por componente, porque a mesma pergunta costuma se repetir em vários.
A IA aplica alguma coisa sozinha?
Não. A proposta chega como prévia, comparável com a arquitetura vigente. E a arquitetura vigente só muda por uma mudança aprovada, com diff no próprio desenho, decisão registrada e aprovação de gente.
O Terraform gerado é aplicável de verdade?
Sim: main.tf, variables.tf e outputs.tf saem do desenho, com plano, aprovação e log em streaming. O apply roda num worker, com as credenciais de nuvem que a organização cadastrou.
Qual a diferença entre isto e um inventário de aplicações?
Um inventário responde o que existe. O portfólio responde o que fazer: qual capacidade ninguém realiza, qual objeto de negócio não tem dono, qual integração não diz o que transporta, e qual aplicação crítica segue sem decisão. São 14 regras sobre o landscape, 12 sobre cada mudança e 28 de conformidade do desenho.
Como faço para ter acesso?
O acesso é criado por quem administra a organização no union.one. Não há cadastro aberto nem camada gratuita.